O MADEIRO OK
O MADEIRO OK

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O Madeiro

   

     Um Humilde Madeiro forrava o fundo de um barco a navegar,

e nele um Mestre dormia...

O Madeiro o acomodava,

 fazendo o corpo desse cansado Mestre, relaxar...

 

Triste, Ele pensava...

Este mesmo corpo frágil e cansado, num certo dia,

talvez outro Madeiro fosse receber,

 para dele pender...

 

E o Madeiro, de dor, gemia!...

O Mestre, ouvindo o gemido, uma tormenta pressentiu...

Tinha o Poder... Mas não a quis deter...

 

Esperou que à hora chegasse, E ao Pai, os seus amigos clamassem...

 Tranqüilo continuou...

Mas a tormenta forte e ameaçadora chegou!

 

O Barco desgovernando...

Cordas içadas, remos recolhidos, velas descidas;

ao pavor os viajantes se entregaram.

Aos Céus clamaram!... Mas do Pai se desligaram...

 

Um Vagalhão mais forte, o barco sacudiu!

O Mestre foi despertado...

Num firme e confiante olhar à frente se postou;

aos Mares, calma pediu!

Os Ventos cessaram, os vagalhões em mansas ondas se tornaram.

A Natureza obedeceu!

 

Ela entendeu o que aos homens faltava...

Nesse Corpo frágil e cansado há muito o Pai já habitava...

 

 O Barco prosseguiu viagem!  

   

    Lívio, Um Anjo Poeta

 Psicografia: Majú

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